Caminhos da inovação para políticas públicas em Engenharia e Arquitetura
15/12/2023 18:53
Editor Chefe

Projeto multidisciplinar reuniu 65 pesquisadores em três eixos temáticos

Resultados de uma pesquisa multidisciplinar, os livros "BIM & Administração Pública: redefinindo novos caminhos para a inovação” e “Vale da Gávea: Dinâmica e paisagens” podem ajudar na formulação de políticas públicas (Foto: divulgação)

Ao longo de dois anos, um grupo multidisciplinar de 65 professores, pesquisadores e alunos da Universidade se debruçou sobre os impactos dos investimentos em engenharia e arquitetura no estado do Rio de Janeiro. Além de artigos acadêmicos, os estudos se transformaram em quatro livros: “Modelagem de informação da Construção (BIM): no contexto de cidades inteligentes”, “Estudos e perspectivas multidisciplinares da Gávea e seu entorno”, “BIM & Administração Pública: redefinindo novos caminhos para a inovação” e “Vale da Gávea: Dinâmica e paisagens”. As publicações foram lançadas no dia 13 de dezembro, no Espaço Francisco - Casa de Inovação.

O projeto de pesquisa e extensão InfraCidades é fruto de uma parceria entre a PUC-Rio e o Instituto Estadual de Engenharia e Arquitetura (IEEA/RJ. Intitulado  “Aplicação da Teoria da Quádrupla Hélice da Inovação e Aferição de Impacto dos Investimentos em Engenharia e Arquitetura do Estado do Rio de Janeiro”, ele se baseia na ideia de criar um ambiente propício à inovação a partir da estreita relação entre academia, indústria, governo e sociedade, visando o desenvolvimento econômico e social de forma responsável.

A professora Ana Cristina Carvalho e o Reitor Padre Anderson Antonio Pedroso, S.J. no lançamento dos livros no Espaço Francisco - Casa de Inovação (Foto: divulgação)

As pesquisas sobre o Vale da Gávea, termo que se refere à Bacia Hidrográfica do Rio Rainha, exploraram desde a geomorfologia da região e sua dinâmica de chuvas, a arborização urbana até aspectos sociais e culturais que influenciam a paisagem atual. “Este trabalho caracteriza o Vale da Gávea sob diferentes esferas do conhecimento, o que  pode auxiliar o poder público na gestão do território, uma vez que são indicadas fragilidades e potenciais de investimento para o desenvolvimento do bairro com melhoria na qualidade de vida de seus moradores, tanto da área de ocupação formal como da área de ocupação informal” - afirma a professora Ana Cristina Carvalho, do Departamento de Engenharia Civil.

Os pesquisadores se dividiram em três grupos, de acordo com eixos temáticos. Estiveram envolvidos os departamentos de Engenharia Civil e Ambiental, Arquitetura e Urbanismo, Geografia e Meio Ambiente, Biologia, Ciências Sociais, Informática (por meio do LES - Laboratório de Engenharia de Software), além do Instituto Tecgraf.

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