Eduardo Paes na PUC-Rio
14/08/2008 19:01
Sarah Lemos / Foto: Gisele Leitão

O candidato à prefeitura do Rio de Janeiro Eduardo Paes falou sobre suas propostas para a cidade, às 14h de hoje, no auditório American Express, no prédio do IAG. 

Eduardo Paes falou sobre problemas do Rio e suas propostas
Formado em Direito pela PUC-Rio, o candidato à Prefeitura do Rio de Janeiro pelo PMDB, Eduardo Paes, voltou à Universidade para falar sobre suas propostas para a cidade. Paes falou às 14h de hoje, no auditório American Express, no prédio do IAG. Durante toda a palestra, Paes lembrou os problemas do Rio, reafirmando a grande influência que a Prefeitura exerce no cotidiano e na qualidade de vida das pessoas, porque é “um agente de conservação e cuidado da cidade e da ordem pública”.

 

O presidente da Associação dos Antigos Alunos da PUC-Rio (AaA), Thomás Tosta de Sá, começou elogiando a iniciativa de realizar o encontro com os candidatos, já que, para ele, essa é a melhor forma de decidir o voto. Já Eduardo Shalders, presidente do Diretório Central dos Estudantes (DCE) da PUC-Rio, se entusiasmou ao ver o grande número de jovens interessados em política. Para Eduardo, são os jovens que definem o futuro do país, e por isso pediu ao candidato, caso seja eleito, atenção à educação, “base para a evolução da sociedade”, afirmou Eduardo.

 

Paes concordou com a importância de falar para os jovens e prometeu ênfase no ensino público, além de investimento na área da saúde.

 

– Criar Unidades de Pronto Atendimento (UPA) para acabar com as filas nos hospitais públicos, acabar com a aprovação automática, aumentar o reforço escolar e as práticas esportivas nas escolas, além da valorização no magistério serão prioridades no meu governo, garantiu Paes.

 

O candidato, que tem 38 anos de idade e 16 de vida pública, acentuou que o Rio de Janeiro tem condições e recursos para melhorar, mas as prioridades, segundo ele, estão equivocadas. “O Rio tem tudo para ser uma cidade global. Nós temos empresas privadas e públicas importantíssimas, capital humano qualificado e vocação para a indústria do entretenimento”, lembrou Paes.

 

 

Plantão - Edição 203

 

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