Materializar e reproduzir ideias
30/06/2022 22:40
Giovanna De Luca

O Instituto Tecgraf utiliza impressão 3D para dar vida a projetos e histórias

Felipe Gouveia, diretor do laboratório de impressão 3D - Imagem: Jorge Paulo Araujo
As chuvas de fevereiro que pairaram sobre a Região Serrana do Rio de Janeiro abalaram algumas estruturas das cidades, dentre elas os muros de contenção da ponte em frente à Catedral São Pedro de Alcântara, um dos principais pontos turísticos de Petrópolis. Morador da cidade e diretor do laboratório de impressão 3D do Instituto Tecgraf, Felipe Gouveia, reproduziu, por meio da tecnologia uma contenção com a estrutura igual à antiga. Durante duas semanas, a equipe do laboratório fez moldes digitais e protótipos dos pilares para dar vida a uma nova ponte.

Com 35 anos de atuação na história da tecnologia nacional, o Instituto Tecgraf cada vez mais se destaca no universo de modelagem computacional. Gouveia explica que, além de trabalhar com a parte digital, eles se empenham na parte tangível do projeto. Além de reavivar o mercado e grandes empresas, a impressão 3D tem o poder de devolver objetos e estruturas que um dia já pertenceram à sociedade, como o caso da ponte comprometida pela água.

- Em Petrópolis, fizemos uma aquisição de imagem, um escaneamento dos destroços por meio da fotografia, e com essas informações construímos um modelo, criado pelo Braço Robô. Depois de pronto, enviamos o protótipo para a Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis, COMDEP, e lá eles reproduziram os moldes e construíram a ponte novamente.

Braço Robô do Tecgraf Imagem: Jorge Paulo Araujo

No Instituto, antes de colocar o projeto no mundo, os profissionais alinham fabricação tradicional com fabricação avançada. Vários mecanismos estão disponíveis para a equipe de impressão 3D, dentre eles, o braço robô, técnicas de imagem, impressoras tridimensionais e corte a laser. A matéria-prima utilizada varia caso a caso, desde compostos plásticos até peças de metal.

- Nós trabalhamos com vários tipos de métodos de fabricação e em um mesmo projeto, dependendo, podemos usar todos. Antes de tornar os objetos tangíveis, temos a parte de programação e entendemos nossas demandas e as ferramentas que vão ser utilizadas, mas sempre buscamos pelo que tem de mais moderno na área de tecnologia de fabricação.

Além de desastres climáticos, essas técnicas de ‘fabricação avançada’ servem para resgatar obras danificadas em caso de furto ou incêndio. No Instituto, eles traçam alguns panoramas, estudos e simulações para o planejamento e execução deste tipo de reprodução.

As chuvas de fevereiro que pairaram sobre a Região Serrana do Rio de Janeiro abalaram algumas estruturas das cidades, dentre elas os muros de contenção da ponte em frente à Catedral São Pedro de Alcântara, um dos principais pontos turísticos de Petrópolis. Morador da cidade e diretor do laboratório de impressão 3D do Instituto Tecgraf, Felipe Gouveia, reproduziu, por meio da tecnologia uma contenção com a estrutura igual à antiga. Durante duas semanas, a equipe do laboratório fez moldes digitais e protótipos dos pilares para dar vida a uma nova ponte.

Com 35 anos de atuação na história da tecnologia nacional, o Instituto Tecgraf cada vez mais se destaca no universo de modelagem computacional. Gouveia explica que, além de trabalhar com a parte digital, eles se empenham na parte tangível do projeto. Além de reavivar o mercado e grandes empresas, a impressão 3D tem o poder de devolver objetos e estruturas que um dia já pertenceram à sociedade, como o caso da ponte comprometida pela água.

- Em Petrópolis, fizemos uma aquisição de imagem, um escaneamento dos destroços por meio da fotografia, e com essas informações construímos um modelo, criado pelo Braço Robô. Depois de pronto, enviamos o protótipo para a Companhia Municipal de Desenvolvimento de Petrópolis, COMDEP, e lá eles reproduziram os moldes e construíram a ponte novamente.

No Instituto, antes de colocar o projeto no mundo, os profissionais alinham fabricação tradicional com fabricação avançada. Vários mecanismos estão disponíveis para a equipe de impressão 3D, dentre eles, o braço robô, técnicas de imagem, impressoras tridimensionais e corte a laser. A matéria-prima utilizada varia caso a caso, desde compostos plásticos até peças de metal.

- Nós trabalhamos com vários tipos de métodos de fabricação e em um mesmo projeto, dependendo, podemos usar todos. Antes de tornar os objetos tangíveis, temos a parte de programação e entendemos nossas demandas e as ferramentas que vão ser utilizadas, mas sempre buscamos pelo que tem de mais moderno na área de tecnologia de fabricação.

Além de desastres climáticos, essas técnicas de ‘fabricação avançada’ servem para resgatar obras danificadas em caso de furto ou incêndio. No Instituto, eles traçam alguns panoramas, estudos e simulações para o planejamento e execução deste tipo de reprodução.

 

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